palavras gentis |
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sexta-feira, maio 31, 2002
legal. Acabei de ler na rolling stone que a Kirsten Dunst tem bom gosto. Ela se amarra em Coldplay, Joni Mitchell, Jeff Buckley, Bob Dylan, Radiohead, Bebel Gilberto, Jimi Hendrix e Patti Smith. Como diz a revista, music with substance... quarta-feira, maio 29, 2002
para quem tem o quicktime 5 instalado, divirta-se... Pinball Wizard (QuickTime movie: 4.14MB) Won't Get Fooled Again (QuickTime movie: 6.17MB) depois eu coloco links para mais vídeos. para quem não tinha visto ainda... -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Inédito! Algum tipo de análise foi feita sobre a programação da Unisinos FM. Pela Carmela, que está assessorando o programador musical da rádio. Tire as suas conclusões. "Bom, não sei se todos conhecem o sistema que faz parte da programação da rádio funcionar. Usamos um corcel azul e amarelo chamado transmiss para catalogar intérpretes, compositores, discos, bandas, músicas, horários, programações, gravadoras, estilo musical e aqueles blablablás. Todos os dias, cerca de 170-178 músicas montam a programação das 6h01min até as 23h59min da rádio, uma vez que por seis horas na madrugada a 103.3 roda blues. Dessas 170-178 músicas, só não tocam aquelas que são, de alguma forma, substituídas pelos pedidos dos ouvintes que fecham quase 1 hora da programação diária. Nunca, na história de seis anos de rádio, uma música tocou mais de uma vez durante o mesmo dia. O relatório das 30 mais tocadas eu tirei quando descobri que o corcel azul e amarelo podia me levar para visitar o campo obscuro do que ninguém sabe, nem mesmo aqueles que montam a programação. Por mais que o Flávio [Bernardi, responsável solitário pela programação musical da rádio] tenha em mente as músicas que coloca todos os dias, ele nunca consegue afirmar o que, realmente, está dentro das mais tocadas. Com a minha besta animação ao tirar o relatório, acabei zanzando pela rádio discutindo a listagem e descobri que, nenhuma alma viva da rádio sabia que aquele tipo de relatório existia. Enfim... de qualquer forma lá vai ela. Play-list 30 mais tocadas (período de 01/03/2002 - 26/03/2002) 01- keep fishing, weezer 02- la carabina, beto só 03- naquele elevador, gramophones 04- i'm waking up to us, b&s 05- sempre livre, laranja freak 06- castelos de areia, bella godiva 07- girls own love, andrew w.k. 08- a sua, marisa monte 09- woman driving, man sleeping, eels 10- cuba, otto 11- dinamite interestelar, rosa tattooada 12- o lado certo da vida errada, charlie brown jr. 13- bitting the soles of my feet, eletrict soft parade 14- wounded horse, xtc 15- across the universe, rufus wainwright 16- herói invisível, winston 17- since i left you, avalanches 18- walking with thee, clinic 19- bar barricades and brickwalls, kasey chambers 20- ashes of american flags, wilco 21- adeus você, los hermanos 22- o homem dos olhos de raio x, lenine 23- futebol, nelson de castro 24- humanos vem aí, hu-manos 25- eu te amo, eu te amo, eu te amo, roberto carlos 26- pacify, tinstar 27- onda, os the darma lovers 28- melhor do que você pensa, tequila baby 29- julia, chocolate genius 30- rosa de hiroshima, secos e molhados Os 10 intérpretes mais tocados (no mesmo período) 01- the who 02- nei lisboa 03- led zeppelin 04- the doors 05- weezer 06- legião urbana 07- cachorro grande 08- ira! 09- echo and the bunnymen 10- ac/dc . . . 30- caetano veloso" -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- saiu neste blog estamos em boa companhia, não é? terça-feira, maio 28, 2002
Olha o que eu li agora no Estadão: Pop britânico some das paradas e preocupa governo Pela primeira vez desde 1963, não há nenhum astro britânico entre os 100 singles mais vendidos nos EUA. Governo estuda lançar "embaixada musical" em NY
São Paulo -
O mercado de discos dos Estados Unidos movimenta por ano US$ 10 bilhões. Boa parte deste dinheiro cruzou o atlântico durante décadas, com destino à terra dos Beatles e dos Rolling Stones, grandes impulsionadores das vendas britânicas fora do país. Agora, porém, é tempo de vacas magras.
Ao mesmo tempo em que os principais nomes do pop britânico naufragam antes de enxergar a Estátua da Liberdade, representantes da música americana vão muito bem na Inglaterra. Eminem, o rapper homófobo que canta seus problemas com a mãe, está em primeiro na parada inglesa. Para o Times, o comércio cultural virou mão única. Mas os responsáveis pelas exportações inglesas já anunciam sua resposta no melhor estilo heavy metal. O relatório do governo sugere a abertura de uma "embaixada musical" em Nova York para ajudar a promover novos artistas. A idéia é seguir o exemplo do British Film Office, fundado em 1998 em Hollywood com a função de divulgar cinema britânico. Críticos americanos já torceram o nariz. Eles acham que o pop rock britânico está numa fase paroquial e que a culpa pela queda radical nas vendas é da indústria fonográfica britânica. A pouca popularidade dos astros britânicos nos EUA assusta e surpreende. Desde outubro de 1963 a parada americana dos 100 mais vendidos não sai sem a presença inglesa. O problema é que essa presença, além de constante, nunca foi modesta. Há exatos 20 anos atrás, havia nada menos do que 40 singles britânicos no Top 100. Outro exemplo: em abril de 1964, os Beatles ocupavam simplesmente as cinco primeiras posições da lista. Mas não parou aí. Rolling Stones, Led Zeppelin, David Bowie e tantos outros músicos e bandas sempre tiveram ótima recepção do público americano. Uma das explicações para a baixíssima popularidade dos ingleses de hoje nos Estados Unidos é, para o Times, a preferência dos ouvintes pelo rap e o R&B. O relatório do governo, contudo, não apresenta apenas críticas aos músicos ingleses, e diz que a cantora Dido (inglesa) deve tornar-se modelo para o resto da indústria.
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